sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A Bela e a Fera - O Espetáculo especial para crianças, mas que adulto também ama!

Eu já assisti várias vezes e garanto sempre me emociona!

Venha se emocionar e se encantar com esse lindo clássico!

Sábados e Domingos às 16h até 25 de Setembro
A Bela e a Fera - O Espetáculo
Teatro das Artes - Shopping Eldorado - 3º Piso
Avenida Rebouças, 3970
11 3034-0075

Ingressos na Bilheteria do Teatro ou pela Ingresso.com:
http://www.ingresso.com/…/a-bela-e-a-fera-teatro-das-artes-…

Estreia de “Pets – a vida secreta dos bichos” promete encantar humanos

Fonte: Sopa Cultural
Por: Isabelle Ramos
22 de agosto de 2016



Sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, o longa-metragem animado “Pets – a vida secreta dos bichos” estréia nesta quinta-feira (25) nos cinemas do Brasil.

A produção assinada pela Illumination Entertaiment & Universal Pictures conta a história de Max, um cachorro que mora em uma apartamento em Manhattan e vê sua vida mudar após sua tutora levar um novo cão para sua casa, Duke.

Na trama do mesmo diretor de “Meu Malvado Favorito 1 e 2”, o público pode acompanhar a aventura dos animais da vizinhança para resgatar Max e Duke que terão um incidente com a carrocinha.

O filme promete deixar uma pulguinha atrás da orelha do espectador que imaginará o que é que seu bichinho de estimação apronta enquanto fica sozinho em casa.

Confira o trailer: 



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Infográfico mostra os perigos do açúcar e como diminuir seu consumo


Seg, 04 de Julho de 2016

Esquema gráfico foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)




O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um infográfico em que orienta consumidores sobre como administrar bem as quantidades ingeridas de açúcar. A publicação mostra os possíveis riscos do consumo excessivo, lista tipos de produtos industrializados que têm o ingrediente em excesso e dá dicas de como proceder para diminuir as doses no dia a dia.

Dê uma olhada:

























Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Você é uma daquelas pessoas que sempre atrasam? A sua pontualidade diz muito sobre você. A sua impontualidade, mais ainda



Impontualidade para mim demonstra falta de respeito com o outro, falta de compromisso com as coisas. Trabalhar com pessoas impontuais é extremamente irritante. Vamos ler o texto de Marc Tawil sobre isso?
Fonte: linkedin.com/pulse/sua-pontualidade-diz-muito-sobre-voc%C3%AA-impontualidade-mais-marc-tawil





Marc Tawil

Sócio-diretor na Tawil Comunicação
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A sua pontualidade diz muito sobre você. A sua impontualidade, mais ainda
13 de jan de 2016

Tenho um amigo, francês, que aqui vou chamar de Pierre. Radicado no Brasil há uma década, Pierre é reputado por seu senso de humor refinado, visão estratégica e predileção por boas cervejas. Quase todas as vezes que marquei algo com Pierre, fosse um almoço, café ou reuniões de trabalho, a pontualidade do brasileiro (ou a falta de) esteve em pauta.

É evidente que, nestes três anos de convívio, devo ter-me atrasado em umas duas ou três ocasiões, afinal, vivo em São Paulo, e ainda que me locomova sem carro por opção, tenho a cidade inteira contra mim quando quero chegar na hora a um compromisso.

Nas ocasiões em que anunciei uma eventual demora, Pierre não perdeu a oportunidade: “Vai se atrasar, né? Como bom brasileiro...”, cutucou ele, rindo.

Sou obrigado a condescender com o francês: a pontualidade por aqui, definitivamente, não é levada a sério. Ainda duvida?

A aula na faculdade começa às 8h? Não corra, a tolerância é de 10 minutos! O escritório abre às 9h, mas ninguém decretará falência se o colaborador chegar às 9h30 (umas duas vezes por semana). O convite da festa infantil marca 15h? Apareça umas 16h que talvez o aniversariante já esteja pronto. Jantar em casa de amigos às 20h? Ninguém te deixará morrer de fome se você se atrasar 20 minutinhos. Em casamentos, inovação: padrinhos agora chegam após a noiva.

Compromissos corporativos não escapam à regra: reuniões, cafés-da-manhã,kick-offs e fechamentos, entre outros, estão sempre, ou quase, sujeitos a delay.

Isso sem falar dos atrasos dos ônibus, trens, metrôs, aviões, serviços médicos, entrega de mercadorias, de obras...

A impontualidade no Brasil é cultural. Está impregnada em todas as áreas, em todos os níveis.

Pensando alto aqui, me questiono até onde essa falta de compromisso com os compromissos nos leva e nos levará? Os pequenos atrasos do dia-a-dia são exclusivamente pequenos atrasos ou o início de uma grande onda de lama tóxica que arrebata tudo e todos por onde passa? Para ponderar.
A pontualidade está sempre entre as características mais marcantes das pessoas bem-sucedidas

Convém lembrar que pontualidade não é favor. Controlar o próprio tempo é uma responsabilidade, entre tantas que permeiam nosso dia. Com a diferença que esta, quase sempre, envolve terceiros. Ser pontual, sendo assim, demonstra respeito para com o outro.

Numa rotina caótica como a nossa, com dezenas de microcompromissos diários e centenas de e-mails para ler na semana, quem controla seus horários com rigor e consegue estar na hora marcada em locais previamente estabelecidos agrega valor a sua imagem, lustra o seu nome e a sua marca.

A impontualidade gera desconforto, mancha reputações e, no longo prazo, pode estragar uma carreira

O atraso compulsivo como regra, por sua vez, demonstra exatamente o contrário: a imagem de uma pessoa muitas vezes atrapalhada, que tem dificuldades em cumprir o que promete, refém até dos pequenos obstáculos. No campo profissional, quem se mostra incapaz de gerenciar o próprio tempo, em certos casos, perde até a oportunidade de gerir equipes e projetos maiores.

Chega a ser notável a criatividade daqueles que arrumam tantas desculpas por não comunicar atrasos num mundo interconectado por WhatsApp, FaceTime, Skype, Facebook, SMS e o velho telefone.

Criar um networking consistente, que impulsiona carreiras e negócios, passa primeiro por confiança e credibilidade. E estas não se compram. Se conquistam com comprometimento, excelência e respeito.

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Marc Tawil

Jornalista, radialista e escritor. Pertenceu às redações do jornal Resenha Judaica, Rádio Jovem Pan AM, Jornal da Tarde (Grupo Estado) e Rádio BandNews FM. Publicou os livros Trânsito Assassino (Ed. Terceiro Nome), Haja Saco, o Livro (Ed. Multifoco) e editou a biografia do advogado Abrão Lowenthal (Ed. Quest). Tem MBA em Gestão Empresarial pela FGV e cursa MBA de Marketing pela USP. Dirige a Tawil Comunicação.

Textos semanais no Pulse LinkedIn. Leia-os aqui.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Vamos fazer um tricozinho?

Muito bom o artigo do Saúde Curiosa, com a Revolução Feminista, muitos trabalhos manuais foram considerados menores e coisas de mulher submissa. Assim fizemos com os trabalhos manuais (bordado, trico, crochê, etc) e também com a cozinha.

Hoje, estamos retornando ao equilíbrio e podemos sentir a importância desses trabalhos para nossa saúde física e mental. Muito trico, muito crochê, muitas comidinhas gostosas e vamos ser muito mais mulheres exatamente por causa disso. Escolha qual a arte que mais a representa e mão à obra.

Bora lá?
Nadia Cozzi

6 Razões para Começar a Tricotar Antes de se Tornar Vovó (ou Vovô!)

29/11/15 

Aprender a tricotar pode não estar no topo de sua lista de preferências, mas deveria estar. Não apenas para agradar a sua avó, e sim pela atividade trazer uma variedade de benefícios.

1. Dá-lhe um sentimento de orgulho




Não é um monte de gente que sabe como fazer tricô.
Quando perguntarem onde você comprou, você terá o prazer de dizer que foi você mesmo quem o fez.

Eles vão ficar incrédulos de sua bruxaria recém-adquirida e você vai receber uma tonelada de elogios (mais uma tonelada de pedidos de roupas e acessórios iguais ao que você fez. Você pode até arrumar uma renda extra a partir disso. Lide como preferir).

2. Tem os mesmos benefícios da meditação

Fazer tricô pode ser muito relaxante. Projetos de tricô geralmente não possuem muita variedade do fazer, apenas alguns pontos a mais. O movimento repetitivo e ritmado é relaxante e tem os mesmos benefícios para o corpo e a mente que uma sessão de meditação.

3. Alivia sintomas de ansiedade, estresse e depressão



Os movimentos rítmicos e senso de foco podem ajudar a distrair sintomas de ansiedade, depressão e estresse. Além disso, quando sentamos e paramos a rotina por alguns minutos, isso ajuda a reduzir afrequência cardíaca e a pressão arterial.

4. Ajuda a melhorar as funções motoras



O tricô estimula quase todo o cérebro de uma só vez - o lobo frontal (que orienta o processamento de recompensas, atenção e planejamento), o lobo parietal (que lida com a informação sensorial e navegação espacial), o lobo occipital (que processa a informação visual), o lobo temporal (que está envolvida no armazenamento de memórias e interpretação de linguagem e significado) e do cerebelo (que coordena precisão e tempo de movimento).

Por isso, a atividade pode ser usada para ajudar as pessoas com doenças como Parkinson, a melhorar as suas funções motoras.

5. Retarda o declínio cognitivo



Enquanto ele está ajudando a melhorar a sua função motora e humor, o tricô também está estimulando seu cérebro para mantê-lo saudável.Quanto mais você usa seu cérebro, mais saudável ele se torna.

Segundo a Clínica Mayo, os idosos que se envolvem em artesanato (incluindo tricô) são cerca de 30-50% menos propensos a ter um “comprometimento cognitivo leve” do que aqueles que não o fazem.

6. Ajuda a prevenir artrite e tendinite

Assim como você tem que usar seu cérebro para mantê-lo saudável, o mesmo vale para suas articulações.

Segundo o Dr. Barron, usando os dedos suavemente, realizando essa atividade, acumulamos cartilagem, tornando-os mais forte. Tricô é melhor para isso do que a digitação.




Já tem artrite? Dr. Barron recomenda embeber suas mãos em um pouco de água quente e o uso de agulhas maiores para criar suas obras-primas.

Agora que você sabe tudo sobre os benefícios de saúde do tricô, que tal ir na loja de artesanato mais próxima de sua casa e adquirir os materias necessários para iniciar essa atividade?

Alguns locais até oferecem aulas gratuitas ou mais baratas para iniciantes. No YouTube também há diversos vídeos-tutorias que ensinam como tricotar.

Dedos à obra!
Fonte: Awebic

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Que tal utilizar alimentos para tingir as roupas?

Fonte: EcoD

Tintas naturais


As tintas naturais podem ser extraídas de fontes animais, vegetais e minerais
Foto: Reprodução

Tintas naturais são aquelas que ao invés de serem feitas de produtos químicos, são extraídas de elementos da natureza, ou seja, a partir de compostos orgânicos feitos com moléculas que contêm carbono combinado com hidrogênio e, muitas vezes, com oxigênio ou nitrogênio. E, como as demais, são compostas basicamente por pigmentos e aglutinantes, possuindo características de opacidade ou transparência.

Elas podem ser feitas a partir de nozes, cascas, raízes, frutas, pétalas, aparas de madeira, folhas, partes de flores e plantas inteiras, insetos, terra, entre outros. As plantas são capazes de fornecer mais de 500 cores. Qualquer tipo de terra pode ser usado para fazer tinta, a escolha vai depender da cor e do efeito que se busca.
Os usos e aplicações dos corantes naturais são os mais diversos. É possível tingir tecidos, papel, couro, alimentos e cosméticos.

Mas nem todos os corantes que vêm das plantas estão livres de toxinas. Isso porque muitos precisam de aglutinantes, substâncias que ajudam na fixação, como o ferro, estanho, cromo, sulfato de cobre e ácido tânico, que são venenosas. No entanto, é possível também utilizar aglutinantes naturais, como a gema e a clara de ovo, suco de alho, goma da babosa e polvilho.

O tingimento em tecidos muitas vezes chega a ser mais tóxico do que a própria produção de fibras ou têxteis. Por esse motivo, designers e confecções começam a se preocupar com toda a cadeia produtiva, retomando a técnica de tingimento natural.

Os usos e aplicações dos corantes naturais são os mais diversos. É possível tingir tecidos, papel, couro, alimentos e cosméticos.

A HISTÓRIA


Foto: Reprodução

As tintas naturais são utilizadas pela humanidade há mais de 5.000 anos, com o começo ainda na era neolítica. Corantes derivados da planta Isatis tinctoria (woad) vieram mais tarde, durante a Idade do Bronze. Os egípcios introduziram raiz de açafrão, cúrcuma e índigo (extraído da planta Indigofera tinctoria, de coloração azul). No final de 1700, os italianos começaram a substituir os corantes naturais por produtos químicos.
DICAS

• Recolha apenas uma pequena parte de cada planta de um mesmo local, evitando que ela se esgote e permitindo que outros também possam colhê-la;

• Faça uma horta de plantas tintórias, para preservar a natureza;

• Coletar sementes é muito importante. Conserve-as embaladas em plástico em lugar fresco e seco ou em geladeira até a época do plantio.

A técnica entrou em desuso quando a indústria química criou o primeiro corante sintético em 1856. A descoberta foi do químico inglês Sir William Perkin. A partir daí, muitas pesquisas foram desenvolvidas e cada vez mais os corantes artificiais passaram a ocupar o lugar dos naturais. Em 1868, a Alizarina ganhou seu equivalente químico e em 1880 é a vez do azul índigo.

Na metade do século XX surge a tinta acrílica. Nos laboratórios, novas cores continuam a ser descobertas e criadas, como as tintas fosforescentes. Na década de 80 havia 3 milhões de cores disponíveis. Desde então, o homem vem utilizando indiscriminadamente estes corantes químicos para diversas finalidades.

Na década de 90, Estados Unidos, França e Inglaterra proíbem o uso de corantes químicos nas indústrias de alimentos e cosméticos.

BENEFÍCIOS


Foto: Reprodução

O uso de produtos naturais reduz a emissão de efluentes químicos - corantes sintéticos e produtos auxiliares nocivos - melhorando a qualidade de vida e atendendo a crescente demanda de produtos fabricados de acordo às normas e conceitos de preservação ambiental e responsabilidade social.

DURABILIDADE E CONSERVAÇÃO

Ao trabalhar com tintas naturais surgem dúvidas quanto à sua durabilidade e conservação. Dependendo da aplicação, ela terá comportamentos diferentes.

Com raras exceções, as tintas vegetais são sensíveis à luz e sempre vão perder um pouco da sua cor. São instáveis, por isso se consegue belíssimas cores de flores e frutos que depois ficam amarronzadas. Portanto, as pinturas feitas com tintas vegetais são frágeis e não devem ficar expostas ao sol. Se não forem tomados os cuidados corretos, pode criar fungos na própria pintura.

Já as tintas de terra não desbotam nunca, mesmo sob um sol forte. Também não apresentam problemas de conservação: nunca criam fungos, nem na pintura, nem na tinta.


Foto: Reprodução

As tintas vegetais de infusão no álcool também podem ser guardadas por tempo indeterminado. Já as cocções (técnica de cozimento da matéria-prima, até que a água adquira sua cor) e liquidificações (bater em liquidificador com água) devem ser descartadas após o uso ou guardadas em geladeira por mais alguns dias. Podem ainda ser congeladas para uma outra ocasião.

Com os tingimentos e a pintura de tecidos, a experiência mostra que as tintas com álcool desbotam menos na lavagem em relação àquelas feitas apenas com água. Já o barbante recebe melhor a tinta do que o tecido e aceita tintas feitas por cocção. De qualquer forma alguns cuidados dever ser tomados: secar a meada/ tecido à sombra e abrindo para arejar. Lavar depois de alguns dias com sal e sabão neutro (de coco).

PRINCIPAIS FONTES DE EXTRAÇÃO
Reflorestamentos de eucaliptos, pinus e outros;
Serrarias, marcenarias e depósitos de madeiras;
Mercados e feira livre;
Sítios, chácaras, parques e beiras de estradas;
Pomares, plantações e hortas;
Lugares onde se vendem ervas e plantas medicinais;
Hortos florestais e jardins botânicos;

CARACTERÍSTICAS DAS TINTAS NATURAIS


As sementes do urucum são utilizadas para produzir a cor laranja
Foto: árticotropical

A natureza oferece matéria-prima abundante para a produção de tintas. Algumas delas estão em nosso jardim (como as flores e a terra) e acabam passando despercebidas. Ou estão na nossa cozinha: beterraba, repolho roxo, chás variados.

Das plantas são obtidos pigmentos de várias partes: raiz, caule, casca, folhas, flores e frutos.

Os pigmentos das flores são luminosos (claros e coloridos), porém muito instáveis e voláteis. Já os da raiz são mais estáveis e duradouros, apesar de menos luminosos. Os corantes do caule e das folhas encontram-se como intermediários entre esses dois extremos. E os pigmentos minerais (as terras e pedras) são os mais duradouros.

As flores, folhas ou raízes podem ser usadas frescas ou secas. Geralmente quando secas possuem a cor mais concentrada. Daí a seguinte equivalência, descrita por Eber Lopes Ferreira em seu livro "Corantes naturais da flora brasileira":
1 kg de flor seca = 3,5 kg de flor fresca
1 kg de folha seca = 2,5 kg de folha fresca
1 kg de raiz seca = 1,5 kg de raiz fresca

O pó de alimentos desidratados e moídos (beterraba, espinafre e açafrão, por exemplo) também podem ser usados na produção de tintas. E as tintas provenientes dos vegetais são líquidas e transparentes. Já as provenientes dos minérios ou pó de alimentos são densas e opacas.

CURIOSIDADE


Foto: sxc.hu

O amarelo indiano tinha um processo de extração curioso. Era feito de urina de vacas que haviam se alimentado apenas com folhas de manga, sem beber água. A essa urina juntava-se um pouco de terra, esta mistura era esquentada e seca para então depois ser dividida em torrões que eram vendidos. A técnica foi considerada penosa para os animais e sua produção foi proibida no início do século XX.

Com informações da Arte Raiz