sexta-feira, 22 de abril de 2011

O Tempero da Vida















É a história de um menino que cresceu em Istambul, cujo avô, um filósofo culinário e mentor, o ensina que tanto a comida quanto a vida, requerem um pouquinho de sal para adicionar-lhes sabor ... Vale a pena assistir faz bem á Alma e ao Estômago, tudo regado à poesia e amor.

domingo, 10 de abril de 2011

Melhore sua vida com uma atitude de gratidão


A vida é bem melhor para quem sabe agradecer pelo que tem.

No primeiro dia do Mês da Gratidão que estipulei para mim mesmo, o meu filho de 5 anos acordou “entediado” às 5h15 da manhã, vi uma multa por excesso de velocidade na bolsa da minha mulher e o aquecedor deu o último suspiro na hora em que entrei no banho. Em geral, eu começaria a resmungar e o dia teria um péssimo início. Mas aquele dia foi diferente. Como são lindas as covinhas do meu filho, mesmo nessa hora infeliz. Como é encantador o espírito aventureiro da minha mulher. Faltam apenas 29 dias.

Uma semana antes, enquanto brigava com a sensação de que viera ao mundo para encher e esvaziar a lavadora de pratos, decidi que já era hora de dar fim aos resmungos automáticos. Mas não eram apenas as pequenas coisas que me atormentavam. De repente, os meus amigos vinham enfrentando adversidades: câncer, divórcio, demissão. Eu não deveria comemorar minha relativa boa sorte?

Já ouvira falar do benefício da gratidão. O que não entendia direito era como passar da rabugice à alegria transbordante. Em busca de dicas, liguei para Robert A. Emmons, professor da Universidade da Califórnia, pioneiro na pesquisa sobre os benefícios do pensamento positivo. Emmons citou novos estudos que indicam que basta fingir estar grato por algo que o nível de substâncias químicas associadas ao prazer e ao contentamento – serotonina e dopamina – aumenta. Viva como se fosse agradecido por tudo, disse ele, e logo isso se tornará real.

Ele recomendou fazer uma lista de tudo pelo qual me senti agraciado durante uma semana ou mês específico. Um estudo importante mostrou que, em dez semanas, quem registrou por escrito as coisas que lhe inspiravam gratidão sentiu-se 25% mais feliz do que quem não escreveu nada. A pessoa chegou até a se sentir melhor no trabalho e a se exercitar uma hora e meia a mais por semana.

Estava convencido; mas a minha primeira tentativa de fazer uma lista de gratidão foi bem fraquinha: “1. Café. 2. Cochilos. 3. Cafeína em geral.” Conforme a lista crescia, me senti mais animado: “114. Frutas recém-colhidas. 115. O disco branco dos Beatles. 116. Não sou careca.”

No terceiro dia, eu estava na maior farra, agradecendo a todos os pais e passantes na pracinha, como se tivesse acabado de ganhar o Oscar, e colando bilhetinhos amarelos por toda parte para me lembrar dos alvos de agradecimento no dia seguinte: o carteiro, a professora do maternalzinho do meu filho Sebastian. Mas essa abordagem integral logo começou a me cansar. Os pesquisadores chamam isso de efeito do Juramento à Bandeira. “Quando se exagera na gratidão, ela perde o sentido, ou pior, vira obrigação”, disse-me Martin E. P. Seligman, autor de Felicidade autêntica, quando lhe mencionei a crise. Seja seletivo, aconselhou, e se concentre em agradecer aos heróis desconhecidos da sua vida.

Depois, Seligman sugeriu uma “visita de gratidão”. Pense em alguém que fez diferença na sua vida e a quem você nunca agradeceu direito. Escreva uma carta detalhada para exprimir o seu reconhecimento e depois leia-a em voz alta, na frente da pessoa. “É comovente para quem dá e quem recebe”, disse Seligman. “Prepare-se para chorar.”

Na mesma hora me veio à cabeça a Srta. Riggi, minha professora de inglês da 8ª série. Foi ela quem primeiro me abriu os olhos para Hemingway, Faulkner e outros gigantes literários. Foi ela a primeira a me encorajar a escrever. Até hoje, sigo o seu conselho (“Nunca seja chato”). Mas será que lhe agradeci? Será que alguém lhe agradeceu? Dei alguns telefonemas rápidos e descobri que ela ainda dava aulas no mesmo distrito escolar, depois de quase 40 anos. Comprei passagens para mim e Sebastian: iríamos a Scranton, minha cidade natal, na Pensilvânia, EUA.

Ainda faltava uma semana para a viagem e continuei a exercitar o meu músculo da gratidão. Sonja Lyubomirsky, autora de A ciência da felicidade, professora de Psicologia na Universidade da Califórnia, recomendava “passar algum tempo longe de algo que adoramos mas consideramos comum”.

Foi mais fácil amar o carro depois de passar um dia usando transporte público – e correr dez quarteirões até a aula de ginástica de Sebastian quando o ônibus se atrasou 35 minutos.

Durante uma semana, eu e minha mulher abrimos mão da televisão, dos celulares e até do açúcar. E abri mão do café – por pouco tempo.

Os exercícios de curto prazo nos chamaram a atenção para o valor das coisas. Só que abstinência de cafeína é diferente de saber como a atitude de gratidão ajudaria meus amigos com câncer. Ou o casal que anunciou o divórcio. Ou o pai de três filhos que não consegue arranjar emprego.

“A gratidão é ainda mais importante durante épocas em que tudo parece estar perdido”, disse Emmons. Encontrar algo para estimar e valorizar, disse ele, pode nos salvar do desespero, o que é impossível com queixas e lamentos. Descobri essa verdade quando comecei a levar meu amigo com linfoma ao hospital para quimioterapia. Apesar do sofrimento dele (ou talvez por causa disso), nossa ligação se tornou mais significativa. “Quando fiquei doente, percebi que tinha passado anos me preocupando com coisas que não significam absolutamente nada”, disse ele. “Agora, o mais importante é comemorar a vida enquanto ela existe.”

Pensei nas palavras dele no avião para a Pensilvânia enquanto escrevia rascunhos da minha carta para a Srta. Riggi. Achei que estava pronto, mas, quando entrei na sala de aula, com Sebastian agarrado às minhas pernas, fiquei mais ansioso do que nunca.

A Srta. Riggi era mais baixa do que eu me lembrava, mas inconfundível com aqueles cabelos compridos e os olhos brilhantes e inteligentes. Depois de um abraço meio sem graça, nos sentamos. Respirei fundo e comecei a ler:

“Quero lhe agradecer o impacto que a senhora teve na minha vida”, comecei. “Há quase 30 anos, a senhora apresentou as maravilhas da palavra escrita à minha turma da 8ª série. Sua paixão por tramas e personagens e seu entusiasmo pelas palavras me fizeram perceber que o mundo fazia sentido. Que vida grandiosa, pensei, ser capaz de dividir histórias com os outros!”

Algumas linhas adiante, aconteceu. Sentado ali, com a minha mentora e com o meu filho no colo, a emoção tomou conta de mim. As décadas se desfizeram e nada tinha mais importância do que o ato simples de compartilhar. Foi como se eu falasse por gerações de alunos: “O tempo passa. As lembranças se confundem e desvanecem. Mas eu nunca esquecerei o entusiasmo de chegar todos os dias à sua aula.”

O professor Seligman tinha razão quanto às lágrimas. Elas vieram, para nós dois. E, quer tenha sido o sorriso da Srta. Riggi quando terminei de ler a carta, ou o simples alívio de dividir o que estava havia muito tempo em meu coração, a sensação de paz que senti durou até bem depois de Sebastian e eu voltarmos para casa.

Desde então, escrevi outras cartas de gratidão, e minha mulher e eu evocamos o nosso “treinamento” quando nos sentimos sobrecarregados com a vida. Os aborrecimentos, é claro, ainda existem, mas aprendi que o reconhecimento e a gratidão pelas coisas provocam um eco suficientemente forte para encobrir os resmungos e lamentos do homem que ainda esvazia a lavadora de pratos…

3 maneiras de exercitar a gratidão pelas coisas

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Crie uma colagem com tudo o que lhe inspira gratidão e exiba-a num lugar destacado da casa. Emmons diz que uma técnica que funciona bem com crianças é criar uma “árvore” de agradecimentos na porta da geladeira ou na parede, com “folhas” de adesivos coladas todo dia para agradecer por tudo, do novo irmãozinho ao passeio com o cachorro.

Escolha alguém íntimo e pergunte a si mesmo:
O que recebi dessa pessoa?
O que lhe dei?
Que problemas lhe causei?


Emmons explica que “isso pode nos levar a descobrir que devemos aos outros mais do que pensamos”.

Uma vez por semana

Muitas vezes, de acordo com Lyubomirsky, concentrar-se na gratidão uma vez por semana é mais eficaz do que com mais frequência. Ela comparou pessoas que faziam relatórios de gratidão três vezes por semana com outras que o faziam só uma vez por semana. O resultado foi que, com o passar do tempo, quem fazia uma vez por semana ficou mais feliz. “Mas escolha o que combinar melhor com você”, diz ela.

Fonte: http://www.selecoes.com.br/melhore-sua-vida-com-gratidao

terça-feira, 5 de abril de 2011

Como usar os temperos


O segredo de uma receita quase sempre está no tempero. A primeira recomendação é nunca exagerar na quantidade. Além disso, escolher bem a qualidade, sejam frescos ou secos. Os frescos podem ser conservados na geladeira dentro de um saco plástico e os secos na própria embalagem, com os rótulos sempre à mostra.
1. ALHO
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De paladar forte e odor inconfundível, o alho é uma das maiores descobertas do homem em termos de temperos. É difícil encontrar pratos em que ele não seja bem-vindo. No arroz e feijão, nos molhos e carnes, é quase sempre o primeiro a ser lembrado. É usado por todos os povos, não só na culinária, como na medicina. Saudável, contém substâncias anti-sépticas, é estimulante e reduz a pressão sangüínea. Quem pensaria em temperar uma carne, caça ou ave sem que o alho entrasse na composição da famosa "vinha d'alhos"?

2. ANIZ - Usado em licores como o Pernod e o Greek. Também pode ser usado em saladas para guarnecer vegetais, bolos biscoitos e pães. O chá de aniz combate a indigestão.
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3. BAUNILHA - Encontrada nas boas casas de ervas e supermercados, em favas longas, pretas, brilhantes e muito aromáticas, em gotas e em cristais (quando toma o nome de vanilina). Seu aroma é sempre agradável.
É usada em caldas, sorvetes, doces, compotas, bolos, biscoitos, chocolates, bombons e cremes.

4. CAMOMILA
camomila - riototal
Muito aromática, de forte sabor, é uma erva que pode ser encontrada fresca, em ramos ou seca.
É muito usada na medicina caseira, pois dizem que o chá de camomila após as refeições ajuda a digestão e tem um gostinho muito agradável.
A camomila, acrescida de outras especiarias, tais como a canela, o cravo e a noz moscada, dá um sabor todo especial aos bolos de fubá, de mel, de chocolate e alguns biscoitos.

5. CEBOLA - cebola - riototalÉ um dos mais importantes condimentos universais. Possui cheiro e sabor característicos. É também ótimo alimento, empregada como ingrediente principal de vários pratos saborosos. Seu cultivo remonta à antigüidade, sendo originária da Ásia e da Palestina. Já os egípcios lhe rendiam verdadeiro culto, como foi comprovado pelas pinturas encontradas em tumbas. Os caldeus empregavam-na nos rituais de magia, e os romanos atribuíam-lhe qualidades excepcionais, como o poder de aumentar a força de seus soldados. Os judeus fizeram uso dela como alimento durante 40 anos no deserto, quando fugiam do Egito.
A cebola pode ser empregada também para fins medicinais. Contém ácido fosfórico potássio, cálcio, enxofre, vitaminas B1, B2 e B6.

6. CEBOLINHA FRANCESA
cebolinha - riototal
É encontrada fresca, principalmente em feiras livres e alguns supermercados. Suas folhas são roliças e muito finas, de cor verde. É uma das ervas componentes das fines-herbesCortada bem fininha ela é utilizada para dar paladar às omeletes, saladas, sopas cremosas de batata, pastas de queijo branco, requeijões e em batatas inglesas pequenas e temperadas com casca.
cebolinha - riototal
7. CEBOLINHA VERDE - Encontra-se em todas as feiras livres e supermercados. Um dos temperos mais comuns, é utilizada em quase todos os molhos e é excelente para enriquecer as saladas e farofas.

8. CRAVO-DA-ÍNDIAcravo - riototal - É uma das especiarias mais populares. De sabor e aroma muito forte deve ser empregado com parcimônia.
É encontrado moído ou em cravinhos secos.
Indispensável no preparo das caldas para compotas, doces de tacho, bolos de mel, pães, biscoitos, picles e para temperar carnes e presuntos.

9. CARIL OU CURRY
curry - riototal
E um dos temperos da cozinha indiana. Consiste na sábia e precisa mistura de especiarias, cujas proporções variam de acordo com a região e o prato. Nos grandes palácios da Índia há pessoas especialmente incumbidas de sua preparação e cada uma tem sua receita secreta. Em sua composição entram açafrão da Índia, coentro, gengibre, cravo, canela, mostarda, cardamono, caiena, cominho e sal. O sabor varia com a proporção dos diversos temperos usados.

10. COENTRO - Encontrado em folhas frescas em todas as feiras e mercados. É quase tão popular como a salsa e a cebolinha verde. As folhas são ligeiramente repicadas e de coloração verde claro, lembrando a salsa, porém de gosto inteiramente diferente. As sementes secas são encontradas em supermercados e casas de ervas.
Quando fresco é muito usado nos pratos de peixes e crustáceos. É indispensável no preparo do vatapá, moquecas e xinxins.
Já as sementes, depois de moídas, são utilizadas nos temperos de biscoitos, pães, bolos e vários pratos salgados. É usado também na mortadela e picles.
No norte e nordeste do Brasil o coentro fresco é usado no tempero do feijão.

Veterinários Solidários





A ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal é uma entidade sem fins lucrativos, sem vínculos partidários ou religiosos e foi criada em 1993 objetivando promover o bem-estar e o respeito aos direitos dos animais.


Referência para entidades governamentais e não-governamentais, a atuação da ARCA Brasil é reconhecida internacionalmente. Sua proposta é interligar profissionais (em particular os médicos veterinários), saúde pública, proteção animal e sociedade para o aprimoramento das relações homem-animal.

Ser Solidário, Ser Voluntário.


Abraco: 6







Hoje assisti a uma palestra no Centro de Voluntariado de São Paulo com um tema “pra” lá de interessante: Voluntariado e Transformação Social.
Como a própria Palestrante advertiu no início, nada do que seria apresentado era novo, mas relembraríamos conceitos e preconceitos adormecidos, condição essencial para nos tornarmos verdadeiros Voluntários.

Em princípio todos nós somos “seres do bem”, somos contra jogar papel no chão, desperdiçar água, luz, poluir o ar, cortar árvores, etc... etc...

Mas quantos de nós somos “seres realmente humanos”, pensando “amplo” em vez de pensar “eu”. Somos exemplo à nossa família, vizinhos, comunidade, enfim, aos que nos cercam?

Ser um Cidadão é se perceber parte; é fazer parte de alguma coisa. Ser Voluntário transcende a isso, com seu olhar crítico, mas construtor realiza ações transformadoras. Doa uma parte de si.

O trabalho Voluntário tem muitas dimensões: um grande Projeto ligado à uma Organização, uma praça precisando de cuidados, a reciclagem do lixo no prédio onde moramos, uma horta comunitária e até uma pessoa precisando de ajuda para atravessar a rua. Existem alternativas de acordo com o tempo e habilidades disponíveis, o importante é perceber e realizar.

Outro dia assisti a uma cena na rua que me comoveu muito e que encaixa muito bem no contexto. Duas senhoras conversando no portão. Pessoas de certa idade, desgastadas pelo tempo, sem nenhum encanto físico.

 A que aparentava ser um pouco mais moça disse à mais velha:

_ Você escreve a carta para ele? Diga que gosto muito dele e quero um relacionamento sério.

A outra senhora responde:

_ Mas porque você não fala isso pessoalmente?

_ Fico sem jeito, é difícil falar olhando nos olhos dele. Você sabe como dizer melhor, escreve para mim...

_ Está bem disse a outra, quero ver você feliz.

Naquela cena havia algo especial. Elas pareciam estar em outros tempos, alheias ao que acontecia ao redor, tinham o frescor de duas adolescentes na expectativa de um novo amor, sem julgamentos. Entre elas havia confiança, compreensão, respeito mútuo, admiração e acima de tudo comprometimento.

Espontaneamente esta senhora participava de um trabalho voluntário, transformando e devolvendo a auto-estima da amiga e ainda colaborando para um possível futuro amor. Este é o verdadeiro Trabalho Voluntário, feito com o coração.

Faça a sua parte, por menor que ela seja promoverá uma grande mudança. Tenha certeza disso!

Palestra Voluntário e Transformação Social - palestrante voluntária Mirta.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O plantio é livre, a colheita, obrigatória ... Preste atenção no que você esta plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!


Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico. 

O resfriado escorre quando o corpo não chora. 
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. 
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. 
Os diabetes invadem quando a solidão dói. 
O corpo engorda quando a insatisfação aperta. 
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. 
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. 
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. 
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. 
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão. 
A pressão sobe quando o medo aprisiona. 
As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza. 
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. 


Preste atenção!
 

Fique mais um pouquinho e aproveite:

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