terça-feira, 30 de agosto de 2016

Shopping VillaLobos terá aula de circuito funcional


Fonte: Webrun

Ação será neste domingo e kit de participação com camiseta e brindes custa R$ 70
Foto: Fotolia/Wayne

Neste domingo (4), o Shopping VillaLobos terá uma aula de circuito funcional, que começa às 10h15. 

A ação é parceria do shopping com a Track&Field e Wings Esportes, e para participar é preciso se inscrever pelo site (wingsesportes.com.br/events). 

O kit de participação custa R$ 70 e inclui camiseta da Track&Field e produtos de parceiros. A retirada é feita no dia da aula, com 30 minutos de antecedência.

Além da aula, o público ainda pode conferir as 14 barracas exclusivamente de produtos orgânicos, barraca de café da manhã, área gastronômica e espaço gourmet. A feira de orgânicos acontece todos os domingos, das 7h às 13h, no estacionamento externo do Shopping VillaLobos, sendo que até às 12h os clientes pagam meia tarifa de estacionamento.

Serviço:
Feira Orgânica do Shopping VillaLobos
Atividade extra: aula de circuito funcional das 10h15 às 11h15.
Inscrição: R$70 no wingsesportes.com.br/events.
Faixa etária: a partir dos 15 anos.
Horário da feira: 7h às 13h
Estacionamento: R$6, das 7h às 12h.
Local: Estacionamento externo
Endereço: Av. das Nações Unidas, 4.777 – Alto de Pinheiros – SP

Reciclagem: Condomínios transformam lixo em lucro

Fonte: Condomínios SC
30/agosto/2016 - Beatriz Carrasco




Iniciativas promovem a reciclagem – inclusive de orgânicos – para utilização final no próprio condomínio, além de remuneração e troca de benefícios com empresas.

Em 2015, mais de 200 mil toneladas de lixo foram produzidas apenas na capital catarinense, o que corresponde à média de 600 toneladas por dia. Imagine que, ao invés de despejar essa quantidade de resíduos em aterros sanitários – contaminando toda a natureza do entorno -, o lixo fosse transformado em adubo para plantas e alimentos, novos materiais para circulação, fonte de empregos e até mesmo renda para os condomínios? Pois essa prática já existe e tem ganhado força na Grande Florianópolis.

A coleta seletiva pública é feita na capital catarinense desde 1988, pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap). Segundo a companhia, hoje são atendidos 100% dos bairros, porém 90% dos domicílios, já que não há condições da coleta de porta em porta “pelas características geográficas” da cidade. Os recicláveis, então, são doados a associações de triadores e catadores da região – cada tonelada economiza ao município R$ 126 de serviços de transportes e aterramento.

Além da coleta seletiva realizada pelos municípios, cresce o número de empresas que oferecem serviços de gestão de resíduos focadas no conceito do lixo zero – e isso inclui os orgânicos, sobre os quais ainda persiste a ideia de que não é possível reaproveitá-los. A Recicle Aqui é uma delas, com programa que funciona da seguinte maneira: o síndico solicita a visita de um técnico, que apresenta o projeto e verifica as condições de armazenamento e geração de resíduos no local. Uma proposta comercial, então, é apresentada, e o condomínio passa a fazer a separação dos recicláveis em grupos.

“Quando os materiais recicláveis estocados atingem a quantidade programada, o síndico, por agendamento, solicita a retirada dos materiais, que são levados ao galpão onde são pesados, registrados no sistema e é feito posterior pagamento ao condomínio”, detalha o engenheiro Thiago Arlindo Pereira, gerente de projetos da empresa, ao explicar que o pagamento é feito por quilo, de acordo com o material.

A empresa ainda oferece ajuda ao condomínio que precisa adequar o local de armazenamento – o grande embate para os edifícios com área comuns pequenas -, além de disponibilizar sacarias para o depósito do lixo. “Realizamos visitas diárias a novos condomínios. Os síndicos, assim como os condôminos, estão muito interessados em praticar a reciclagem, visando não apenas o benefício financeiro, mas a certeza de que o material coletado seguirá para a destinação correta, voltando para a indústria e deixando de ir para aterros sanitários”, frisa Thiago.

Também na Grande Florianópolis está a empresa Novociclo, que oferece um serviço de planejamento de locais para armazenamento, treinamento da equipe de limpeza, operação de coleta de todos os resíduos, com acompanhamento por plataforma on-line e consultorias periódicas. A remuneração ao condomínio é feita através de um sistema de pontuação para os itens reciclados, que é revertido em descontos na mensalidade e produtos de limpeza ecológicos ou adubo.

Síndico Edson Machado Pinto implantou um sistema de compostagem que transforma os resíduos orgânicos do condomínio em adubo.

Lixo vira adubo

Enquanto algumas pessoas preferem ignorar o destino final de todo o lixo produzido diariamente, o síndico profissional Edson Machado Pinto decidiu transformar em vida o que poderia ser simplesmente descartado e poluir a natureza. Isso porque ele decidiu implantar no Condomínio Jardim Rio Tavares, no Sul da Ilha, um sistema de compostagem em que todos os resíduos orgânicos das casas, além das podas e galhadas, são transformados em adubo a ser utilizado pelos próprios moradores.

Após o intenso trabalho de conscientização e motivação, os moradores gostaram da ideia e aprovaram o projeto em assembleia. Um sistema com montagem de leira de compostagem termofílica, então, foi projetado para que todo o trabalho seja feito no próprio condomínio. Para isso, uma empresa especializada foi contratada para realizar a trituração do material e o manejo da composteira. Os outros recicláveis, por sua vez, são recolhidos por catadores conhecidos – iniciativa que o síndico profissional aplica também em outros edifícios.

“É preciso desenvolver a consciência social dos moradores, para que eles entendam que a separação adequada dos resíduos recicláveis no condomínio permite, no mínimo, que famílias de catadores tenham uma base de sustento mais fácil, e que o município gaste menos com a logística desses materiais”, destaca Edson.

Como funciona a coleta seletiva em Florianópolis

Os recicláveis comuns: Plástico, papel, vidro e metal.
Para onde vai: Material é doado a associações de catadores.
Locais de coleta: Todos os bairros de Florianópolis, com 90% dos domicílios atendidos.
Periodicidade: 6 vezes por semana nas regiões comerciais do Centro e Estreito / 2 vezes por semana nos bairros do Continente, Jurerê Internacional e parte da Bacia do Itacorubi / 1 vez por semana nos demais bairros e balneários.

Fonte: Comcap

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Quatro azeites adulterados em teste da PROTESTE

Fonte: Proteste


Além disso, outros quatro produtos dizem ser extravirgens, mas não são! Confira a avaliação completa das vinte marcas testadas.



De vinte marcas de azeite, quatro estão adicionados de outros óleos vegetais e sete não são o que dizem ser. Essa é a conclusão de nosso mais recente teste desse alimento, que continua a revelar problemas para o consumidor.

Os produtos que não podem ser considerado azeites são Pramesa, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d’Aldeia. Eles foram eliminados do teste após nossa análise em laboratório comprovar adulteração.

• Este teste foi produzido graças ao apoio de mais de 250 mil associados em todo o Brasil. Junte-se a esta luta para termos produtos de qualidade! Associe-se agora a PROTESTE!

Na prática, isso significa que ao azeite (proveniente da azeitona) foram adicionados outros óleos vegetais, o que não é permitido por lei. Dessa forma, ao adquirir um desses produtos, você e sua família vão consumir uma mistura de óleos longe de oferecer ao organismo as mesmas vantagens que o verdadeiro extravirgem é capaz de fornecer.



Parecem azeites, mas não são: fuja destas marcas

Infelizmente, esse não foi o único problema que encontramos. Pois além disso, sete marcas não podem ser classificadas como extravirgem. São elas: Qualitá, Beirão, Carrefour Discount, Filippo Berio, Figueira da Foz, Tradição e Quinta d'Aldeia.



Extravirgens? Só no rótulo.

As quatro primeiras foram consideradas virgens. As outras três, que, como já mencionado, apresentaram fraude, possuem características sensoriais de azeite lampante, o qual nem poderia ser levado à mesa, devido a sua acidez intensa, só devendo ser destinado para uso industrial.

• Descubra quais testes foram utilizados para eliminar ou determinar a qualidade dos azeites.

Com exceção dos eliminados, todos os produtos foram bem ou muito bem avaliados no quesito estado de conservação, o que indica que eles vêm sendo armazenados corretamente.

Quais são os tipos de azeite?

Campeão nas vantagens para a saúde, o extravirgem é ideal para a finalização de pratos e saladas. Já o virgem é mais apropriado para o preparo de alimentos quentes – como refogados e cozidos –, enquanto o lampante não deve ser consumido diretamente em sua casa.

Quando você compra um azeite adulterado, acaba comprando gato por lebre: paga o equivalente a um produto mais caro, mas leva outro para casa.

• Saiba quais providências a PROTESTE está tomando para que você não seja prejudicado pelos azeites adulterados.

A alteração sensorial pode não ser percebida pelo consumidor leigo, é que, em algumas situações, o óleo de sementes bem refinado não tem cheiro ou sabor. Assim, quando misturado ao extravirgem, prevalecem o cheiro e o sabor do segundo, o que impede o óleo de ser detectado facilmente durante o consumo.



Cinco marcas mudaram para melhor

Frente a tantos problemas, uma excelente notícia: percebemos a melhora de algumas marcas. Em nosso último teste, La Española, Carbonell, Serrata, Gallo e Borges foram tidos como virgens. Desta vez, contudo, eles provaram ser extravirgens.

Rótulos e embalagens podem melhorar



Embora de vidro, a embalagem do Qualitá é transparente. Esse tipo de recipiente é inadequado. Para melhor conservação do produto, o ideal é que ele seja armazenado em embalagem preferencialmente de vidro escuro. Vale lembrar que, além desse problema, esse azeite foi apontado como virgem em nossa análise sensorial. Por isso, não aconselhamos sua compra.

No geral, os produtos se saíram bem em relação aos rótulos. No entanto, encontramos alguns problemas. A maioria deles não traz o prazo de conservação após a abertura da embalagem e alguns pecam quando o assunto é estreitar e facilitar a interação entre o consumidor e a empresa: falta e-mail e telefone para contato. Além disso, alguns itens obrigatórios por lei foram desconsiderados: o Cocinero deixa de informar a data de envase e nem todos os importados possuem o país de origem estampado na embalagem.

Qual é o melhor azeite?



O Cocinero foi escolhido como O Melhor do Teste e A Escolha Certa. Autêntico azeite extravirgem, apresentou qualidade excelente, além do melhor custo-benefício entre os produtos avaliados em nosso teste.

Porém, embora não tenha pecado no quesito estado de conservação, o fato de sua embalagem ser de plástico pode ser apontado como ponto negativo, pois garrafas de vidro escuro tendem a conservar melhor o alimento. O rótulo precisa de adequações, uma vez que não informa a data de envase do produto.

Você pode encontrar o azeite Cocinero por preços que variam entre R$ 10,15 e R$ 21,49.

Resultados completos do teste,Clique aqui

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Estreia de “Pets – a vida secreta dos bichos” promete encantar humanos

Fonte: Sopa Cultural
Por: Isabelle Ramos
22 de agosto de 2016



Sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, o longa-metragem animado “Pets – a vida secreta dos bichos” estréia nesta quinta-feira (25) nos cinemas do Brasil.

A produção assinada pela Illumination Entertaiment & Universal Pictures conta a história de Max, um cachorro que mora em uma apartamento em Manhattan e vê sua vida mudar após sua tutora levar um novo cão para sua casa, Duke.

Na trama do mesmo diretor de “Meu Malvado Favorito 1 e 2”, o público pode acompanhar a aventura dos animais da vizinhança para resgatar Max e Duke que terão um incidente com a carrocinha.

O filme promete deixar uma pulguinha atrás da orelha do espectador que imaginará o que é que seu bichinho de estimação apronta enquanto fica sozinho em casa.

Confira o trailer: 



terça-feira, 9 de agosto de 2016

Infográfico mostra os perigos do açúcar e como diminuir seu consumo


Seg, 04 de Julho de 2016

Esquema gráfico foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)




O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) lançou um infográfico em que orienta consumidores sobre como administrar bem as quantidades ingeridas de açúcar. A publicação mostra os possíveis riscos do consumo excessivo, lista tipos de produtos industrializados que têm o ingrediente em excesso e dá dicas de como proceder para diminuir as doses no dia a dia.

Dê uma olhada:

























Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)

Fique mais um pouquinho e aproveite:

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