terça-feira, 5 de agosto de 2014

Iluminação Saudável

Como é a qualidade da luz interna de seus locais de trabalho e da sua residência? Você já parou para pensar neste fator? Estamos voltados no nosso dia-a-dia para o fator econômico e prático cada vez mais e a nossa qualidade de vida, nosso receber vitaminas com qualidade e os radicais livre que recebemos através da iluminação vai passando despercebido ao nosso olhar.

A geobiologia estuda este aspecto e promove resgatar esta essência interna de qualidade e bem estar dos ambientes e das pessoas que ali se encontram em todos os aspectos, buscar na simplicidade da natureza, que é o nosso habitat natural, os meios de sermos saudáveis.

Não por acaso o Criador nos contemplou com a brilhante luz do dia no momento de vigília e com a escuridão da noite no momento de descanso. Portanto devemos buscar a essência e a composição da luz do Sol e da luz da Lua, pois é sob elas que fomos condicionados a viver e a nos recompor, somente o sol nos doa com tanta pureza esta energia que nos move para a ação diária e a escuridão da noite nos promove o repouso e a recomposição do dia.

É fundamental considerar a insolação dos nossos locais para maximizar o aproveitamento da luz natural durante o dia. Quando isso não for possível devemos tomar o máximo de cuidado no tipo de lâmpada e a qualidade destas lâmpadas que estaremos utilizando.

A qualidade da composição da luz, que deve ser de espectro total assim como a do sol, reflete diretamente na qualidade de vida do usuário e na salubridade do ambiente.

A luz direta do sol no interior do ambiente e sobre o nosso corpo é altamente benéfica. O sol ajuda no combate dos ácaros e bactérias presentes no ar e energiza o ambiente, além de desumidificar e aquecer nos dias frios.

Junto com a comida, ar e água, a luz solar é o fator mais importante na sobrevivência da vida humana. Além de repor vitamina D, a radiação solar ativa importante eventos bioquímicos em nosso corpo evolvendo o controle endócrino, temporização do nosso relógio biológico, prontidão do sistema imunológico, desenvolvimento sexual, regulação do stress e fadiga, controle viral e de infecções gripais e alívio nas muitas desordens do sistema nervoso central e a produção de serotonina e endorfina, viu só?

Não é indicado o uso de luz branca, principalmente as lâmpadas fluorescentes e as econômicas de uso geral que, apesar de econômicas são péssimas quando falamos em saúde física e saúde dos ambientes e além de todos estes prejuízos a nós ainda são altamente tóxicas para descartar após o seu desuso.

Esta falta de luz com este espectro amarelo ou luz do sol nos locais causa cansaço físico, visão cansada, fadiga e lentidão.

Não captamos pelo olhar, mas este tipo de luz pisca com frequência (percebemos quando está velha) e o nosso cérebro sente este efeito reagindo com dores de cabeça, fadiga, envelhecimento precoce geral, cansaço e até náuseas. As fluorescentes liberam raios UVA/UVB muito mais altos que o próprio sol e que, em conjunto com a ausência de sol no dia-a-dia, pode nos causar osteoporose, problemas de pele, depressão, problemas cardíacos, falta de vitamina D, pois esta luz consome esta vitamina do nosso corpo e diversos outros males.

Vale a pena você analisar com carinho suas lâmpadas e fazer sua opção pela qualidade melhor de vida para si mesmo.

Mais: ilosa.terapias@gmail.com




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