segunda-feira, 30 de maio de 2016

Banco de Alimentos com nova parceria - O Clube do Zero

Mais uma parceria incrível!

No mês de Junho parte da renda arrecada pelo CLUBE DO ZERO, será doada para o Banco de Alimentos.

O CLUBE DO ZERO é um clube de assinaturas especializado em atender quem segue dietas restritivas assim como, quem quer ter uma alimentação mais saudável.

Dá uma olhadinha no site deles e faça parte desse clube https://www.clubedozero.com.br/






Hortas de MT recebem certificação de produção orgânica

AGRICULTURA FAMILIAR
25/05/2016 - 14:56:45
Redação 24 Horas News

Sebrae participou da preparação com consultoria técnica na parte de produção e também no que diz respeito à documentação, além de fazer a ponte com as certificadoras e subsidiar o processo em 60% via SebraeTec





A partir desta segunda-feira, 30 de maio, sete hortas localizadas em Cuiabá, Várzea Grande e Poconé passam a contar com o selo de certificação de produtores de orgânicos do Instituto Chão Vivo, certificadora do Espírito Santo. Eles integram um grupo de 164 produtores orgânicos certificados do estado de Mato Grosso, concentrados sobretudo na Baixada Cuiabana e no Nortão. Mato Grosso ocupa o primeiro lugar em área cultivada com orgânicos, porém está na quinta posição no que se refere a unidades produtivas, que somam 691, sendo que os produtos mais comuns são carne bovina e castanha-do-brasil.

Recebem a certificação, numa cerimônia, às 8 horas, no auditório do Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS), as seguintes propriedades: Horta Terra Estrela, Horta Pantanal, Unidade de Processamento Horta Terra Estrela, Cooperativa Agroana Giral, Sítio Débora e Fabrício, Sítio Santos, e Cooperativa Conexão Verde Vitória. O Sebrae participou do processo de preparação para a certificação com consultoria técnica na parte de produção e também no que diz respeito à documentação, além de fazer a ponte com a certificadora e subsidiando em 60%, através do Programa SebraeTec. O evento é uma parceria com o Ministério da Agropecuária, Abastecimento e Pecuária (Mapa) e abre oficialmente a Semana de Alimentos Orgânicos de MT, de 30 de maio a 5 de junho. Além da entrega dos certificados, haverá apresentação de projetos agroecológicos do estado de Mato Grosso e uma feirinha de produtos orgânicos com comercialização para os convidados.

Segundo Marcelo Holanda, da Gerência de Produtos e Projetos do Sebrae, que trabalha no projeto de agroecologia, a instituição atua junto às pequenas propriedades rurais ajudando nos processos de certificação. "Além de aproximar os produtores das certificadoras e de subsidiar o processo via SebraeTec, damos consultoria técnica tanto na produção, quanto na preparação da documentação, que inclui registros de compras, rastreabilidade de tudo que é usado no processo produtivo", pontua.

Para Paulo Wagner, da Cooperativa Conexão Verde Vitória, a certificação é um "cartão de visitas" e agrega valor no preço dos produtos. "A parceria e o subsídio do Sebrae são muito importantes". Ele conta que a Cooperativa já havia sido certificada pela Ecocert, junto com outras 21 propriedades de MT. Enfatiza ainda que os cooperados adotam uma tecnologia social que recebeu o Prêmio Finep. "Recolhemos resíduos de restaurantes e mercados, cerca de 40 toneladas e transformamos em adubo orgânico utilizado na produção de nove itens: cebolinha, salsa, coentro, hortelã, couve, mostarda, alface, jiló e quiabo", conta.

Segundo ele, aplicam várias técnicas de manejo na produção, tais como combate biológico, consorciação de culturas, otimização de espaço. "Estamos o tempo todo buscando melhorar as tecnologias e participamos de uma rede de produção de orgânicos onde fazemos uma importante troca de informações técnicas", ressalta, acrescentando que, aos poucos, o orgânico vai tendo um equilíbrio natural com o ambiente.

São 22 cooperados atuando efetivamente, sendo 15 deles diretamente na horta - os demais na compostagem, na parte administrativa e na comercialização. As hortaliças são cultivadas numa área de quase 1 hectare de um total de 2 mil ha. "Temos uma limitação de área e precisaríamos aumentar para atender a demanda crescente do mercado, mas estamos procurando nos adequar. Além disso, mantemos uma área preservada de Cerrado, que é fundamental para a produção de orgânicos".

Os produtos são comercializados em mercados da Capital e também na Casa Amarela, um ponto comercial próprio que funciona no Jardim Vitória, local da horta. Paulo ressalta que as pessoas buscam mais saúde e estão cada vez mais bem informadas sobre a relação dos agrotóxicos com várias doenças, inclusive alguns tipos de câncer. Por isso, há uma demanda muito grande pelos produtos orgânicos. Ele adianta que estão implantando um serviço delivery.

Egon Nord, da Horta Terra Estrela, com sede em Várzea Grande, diz que a certificação possibilitou a venda em escala. A primeira certificação foi feita com apoio do Sebrae. "Nossa produção sempre foi orgânica, mas não tínhamos o selo. Antes, fazíamos só venda direta, não conseguíamos vender para supermercados", ressalta, esclarecendo que ainda não conseguem atender plenamente a demanda de mercado, por isso buscaram ampliar a produção montando a nova horta, a Pantanal, em Poconé, que já começa certificada. Segundo Nord, o produtor não tem noção do que a certificação possibilita.

Juntas, as duas hortas somam 2,5 ha, onde são produzidas 13 variedades de folhosas e, agora está sendo introduzida também a produção de cenoura, beterraba, brócolis e tomate cereja.

A Horta Terra Estrela também faz venda direta ao consumidor das 07 às 10h e das 13 às 17h (de segunda a sexta) e das 07 às 10 h (aos sábados).

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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Começa coleta de eletroeletrônicos em São Paulo


Fonte ECO4 PLANET



Um acordo de cooperação, firmado entre o Brasil e o Japão, possibilitou a implantação de um programa inédito de logística reversa no setor de eletroeletrônicos. O projeto-piloto acaba de ser inaugurado e está em funcionamento na região da Subprefeitura Lapa, em São Paulo. Tem por objetivo coletar os materiais descartados e sensibilizar o cidadão para a importância da destinação correta desse tipo de produto.

O projeto dará destinação adequada aos equipamentos que ninguém mais quer ter em casa, a exemplo daquele liquidificador velho, da televisão antiga e da geladeira que não serve mais. Com a finalidade de oferecer solução a esse problema, entrou em ação o Descarte ON, programa-piloto executado dentro do Projeto para Melhoria da Logística Reversa de Resíduos Eletroeletrônicos (REEE) no Brasil.

Para dar uma identidade ao projeto, um simpático robô, apelidado de Descartes, está sendo usado como mascote da iniciativa. Esse acordo de cooperação reúne a Japan International Cooperation Agency (Jica) e os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e da prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Serviços e da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb).

O projeto-piloto, que envolverá lojas e shoppings paulistanos, “poderá trazer informações que auxiliem na negociação do acordo setorial de eletroeletrônicos, ainda em aberto”, avalia a diretora substituta de Ambiente Urbano do MMA, Sabrina Andrade. Segundo ela, essa parceria entre os governos do Japão e do Brasil ajudará a sensibilizar o cidadão para a importância do descarte correto do resíduo elétrico e eletrônico.

“Queremos evitar prejuízos ao meio ambiente e à saúde humana, e implantar um processo de logística reversa eficiente, desde a coleta e o transporte, até a reciclagem e a destinação correta do resíduo”, calcula Sabrina Andrade.


Diferencial

Poderão ser descartados todos os equipamentos eletrodomésticos, como liquidificadores, espremedores, ferros de passar e os eletrônicos de pequeno porte, tais como aparelhos de áudio e vídeo, laptops e celulares. Os objetos descartados nas lojas devem ter até 60 centímetros de largura, 50 centímetros de comprimento e 75 centímetros de altura.

O diferencial desse projeto-piloto é a possibilidade de se descartar, também, os resíduos da linha branca. Chama-se “linha branca” aos eletrodomésticos de grande porte, como geladeiras, freezers, TVs e lavadoras de roupas. A coleta desses materiais será feita nas casas das pessoas e deve começar em breve.

Não estão incluídos nesse projeto a coleta de baterias, pilhas, lâmpadas fluorescentes e tonners de impressora.

Veja o que é possível descartar pelo projeto:

Linha branca – grande porte
– Geladeiras
– Freezers
– TVs
– Lavadoras e secadoras de roupas
– Lava-louças
– Bebedouros

Eletroeletrônicos de pequeno porte:
– Aparelhos de áudio e vídeo
– Nootbooks e laptops
– Celulares e seus acessórios
– Liquidificadores
– Espremedores e processadores de frutas
– Ferros de passar
– Torradeiras
– Batedeiras de bolo
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